Nota do Autor. Antes de fazer a leitura da sinopse, saiba que o eBook aborda um tema forte. Trata-se de um ser que sofreu preconceitos e que foi discriminado e perseguido por ser diferente. Vivemos em um mundo que basta uma opinião diferente para ser olhado com desprezo. A cor da pele e ter traços diferentes das outras pessoas também são condiçoes para ser perseguido na rua, trabalho e em outros contextos. Resumindo, qualquer detalhe que faz uma pessoa ser diferente de outras, já é suficiente para atrair antipatias, preconceitos e perseguições. Mas o que mais machuca é a hipocrisia, pessoas que fingem aceitar o diferente, e depois o prejudicam na primeira oportunidade. Isso ocorre principalmente na vida profissional. O Autor Elcias Nascimento ficou impressionado com o personagem Edward mãos de tesoura, fato que o levou a iniciar a escrita da continuidade da história. Assistiu o filme Edward mãos de tesoura e pesquisou na internet buscando diversas informações sobre o roteiro, personage...
CAPÍTULO 1 - Parte 01 A LUA E A MORTE A lua cheia brilhava majestosamente no céu. Convergindo seus raios luminosos para o Vale do Lajeado, deslumbrante região situada no Norte do Brasil, clareava-o de maneira uniforme. Era uma noite de sexta-feira do mês de setembro de 1970. A paisagem noturna, além de fascinante, tinha um quê de magia e mistério . Sentados na margem rochosa de um riacho, três rapazes pescavam tranqüilamente. Lançando o anzol na água veloz e ruidosa , um deles comentou olhando o companheiro ao lado: " Você sabia, João, que o Pedro tá tendo um caso com a mulher do Raimundo?" O outro o olhou com uma expressão de reprovação: "Cuidado com o que fala, Francisco!" Ao perceber a surpresa dos companheiros, ele riu: "Só falei... porque vi, João." "É?... E o que você viu?... " "Lembra daquela festa na semana passada?" "Claro, nós fomos juntos." "Era bem tarde," disse Francisco." "Eu e ...
E, após alguns minutos, disse, em tom melancólico: "Terrível, não?"... Um dos corpos estava tão dilacerado que tive dúvidas... Mas os outros eu consegui reconhecer, apesar de não ter sido nada fácil." Concluiu o delegado. Sentada ao lado do pai, comovida e espantada com o breve relato que ouvira, Bruna se manifestou: "Que horror!... Mas, afinal, quem... ou o que pode ter feito isso com eles? O delegado a encarou e disse: "Eu não sei, minha jovem." Mas pretendo descobrir." José Pires alisou a barba branca, pensativo. Depois, opinou: "As onças não têm o costume de atacar as pessoas." Além disso, vivem nas serras mais distantes. No entanto, é a única explicação que encontro." --- "Foi a primeira coisa que pensei," concordou o delegado. "Mas, de qualquer maneira, pretendo investigar." "Os cadáveres ainda estão no local?" Perguntou o fazendeiro. "Creio que já foram removidos pelos policiais que traba...
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